Comportamento *

{ sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010 }
 


Dicas para se dar bem com a sogra 

Conselhos deles para você se dar bem com a sogra
Glycia Emrich

Há quem tenha arrepios só de pensar na mãe do parceiro. E o que mais deseja é que ela viva a sua vida a milhares de quilômetros de distância... Mas você pode fazer melhor: o iG convidou alguns homens “santos” que dão dicas ótimas para você conseguir ao menos tomar um cafezinho com ela 
 

Não tem jeito: para que o seu relacionamento não seja uma catástrofe você precisa se dar bem com a sua sogra. O segredo é tirar todos os preconceitos que a palavra já carrega. Não é porque ela é mãe do seu companheiro que automaticamente odeia você e jogará pragas eternas para que o seu casamento chegue ao fim. Se existe algum conflito entre vocês, o ideal é resolvê-los com o mínimo de desgaste possível.

Ciúmes
Nada do que você faz está bom? Ela sempre arruma um jeito de te alfinetar com comentários do tipo: “Nossa, que comida sem sal”; “Seu café é muito forte”; “O sofá que você escolheu não combina com a sala”?
Segundo o engenheiro civil Carlos S. Travinsky, de 35 anos, o melhor a fazer é deixar os comentários entrarem por um ouvido e saírem pelo outro. “A dica é apertar a tecla off e desligá-la do seu mundo. Sogras como a minha mãe vão morrer achando que a nora é uma eterna catástrofe. Faça suas coisas, acredite em você e abstraia os comentários dela”, conta.

Dona do seu lar
Ela chega para uma visita e, em 15 minutos, já conseguiu rearrumar todos os móveis da sua sala. Sem a sua permissão, claro. É capaz de jogar fora as suas louças simplesmente porque ela acha cafona. Hora de acabar com essa festa!
“Depois que a minha mãe jogou no lixo os vinis antigos da minha esposa, percebi que eu quem tinha que resolver essa situação. Conversei com ela e deixei muito claro que a minha casa não era uma extensão da casa dela.”, conta o professor Fábio Luis Álvares, 29 anos.
E ele dá uma ótima dica para você eliminar de uma vez por todas os palpites chatos: “É melhor o homem dizer para a mãe dele que o quadro que ela odeia é o preferido dele, que a cor da parede foi ele que escolheu. Assim ela para de achar que aquelas ideias das quais ela reclama tanto são coisas da nora”, garante o professor.

A falsa boa sogra
Ela diz que você é um amor, leva flores e chocolate quando resolve fazer uma visita. Mas, quando você não está por perto, ela se transforma em uma bruxa má, metralhando seus defeitos para todo o mundo.
“Minha mãe era um espetáculo na frente da minha namorada. Mas era só ela ir ao banheiro que a Dona Emília descia a lenha nela”, relata o dentista João Salles, 31 anos. Como você nunca está presente quando isso acontece (mas percebe a orelha queimar por horas), quem tem que tomar uma solução é o seu parceiro.
“Não tenha medo de criticar a sua mãe. Resolva essa parada dizendo que ela não precisa idolatrar a sua esposa. O que não dá é pra usar sempre uma máscara. Se não gosta, apenas aceite o fato”, sugere o dentista.
E nada de fazer joguinhos de intriga. Dizer para a sua sogra que você já sabe que ela fala mal de você aos quatro cantos pode gerar uma confusão enorme. “Ela com certeza vai achar que o seu marido é o delator e aí a sua relação com ela vai virar um inferno. Jogo de intriga entre os três é praticamente pedir o início da terceira guerra mundial”, garante João.

Adora a ex
A antiga namorada ou esposa de seu marido parece ser a perfeição em pessoa, uma verdadeira criação divina aos olhos da sua sogra. Isso enfurece qualquer uma e cria um mal estar horrível entre o casal.
“Minha mãe não perdia tempo. Sempre fazia um comentário sobre a minha ex, nas piores horas possíveis. E aí minha esposa virava um bicho comigo, porque achava que eu é que era o culpado por isso, que eu devia falar da ex para a minha mãe”, conta o fisioterapeuta Daniel Donato Silveira, 37 anos.
Calma, seu marido não tem nada a ver com essa história. É claro que, se ele sempre tece comentários gloriosos sobre a relação antiga na frente da mãe, pode sim estar dando asa para cobra. Por isso é importante verificar a causa dessa atitude dela.
“Pergunte para o seu namorado se isso é só com você ou se a mãe dele sempre fez comentários das relações antigas com a atual. No meu caso foi muito simples. Já fui casado três vezes e minha mãe sempre elogiava a namorada anterior à que eu estava. Parecia até piada”, ri Daniel.

Dicas para você viver em paz com a sogra e, consequentemente, ter um casamento mais tranquilo:
- Retire o preconceito e lembre-se que sua sogra não é uma chata simplesmente por ser sogra;
- Tente entender os motivos por trás das atitudes dela com você. Isso a ajuda a perceber em quem você tem que dar um puxão de orelha: no marido ou na mãe dele;
- Imponha seus limites e desejos e respeite os dela;
- Não exija que o seu parceiro desapareça da vida da mãe dele. Isso vai afundar a sua relação e causar uma imensa dor de cabeça. Ela veio antes de você e não há nada que altere esse fato;
- “Está com saudade da comidinha da mamãe?” Não adianta jogar a panela de feijão na cabeça dela quando você tem que aguentar comentários como esse. É de bom tom que o seu marido responda algo do tipo: “Só daquele bolo de cenoura. É que a minha esposa cozinha muito bem”. Isso evita que ela morra de ciúmes ou, caso ele não dissesse nada, que você mudasse o alvo da panela e mirasse o feijão na cabeça dele.

**********************************************************************************
Como lidar com a mentira dos filhos
Como lidar com a mentira dos filhos
Crianças são cheias de estórias. Às vezes, por puro fruto da imaginação fértil típica dessa idade. Mas é preciso tomar cuidado quando as se tornam mentiras ‘ruins’. Veja como detectá-las e como agir nessas situações
Glycia Emrich
A produtora artística, Julia G., 33 anos, começou a ficar preocupada com as historinhas mirabolantes que o seu filho João, 5 anos, contava para ela. “Ele inventava um mundo de faz de conta que misturava partes do cotidiano real com coisas que ele via na TV, ouvia na escolinha ou criava por conta própria. Fiquei preocupada quando ele começou a me esconder e usar a mentira como artifício para não levar uma bronca ou conseguir o que queria”, conta ela.
A dificuldade em separar o que é uma mentira de um acontecimento natural na vida de uma criança é um problema sério e comum para qualquer mãe e pai. “É natural na medida em que é uma possibilidade de a criança exercitar a autonomia de seu pensamento e de sua imaginação diante de um adulto. É como se a criança descobrisse, a uma certa altura de sua vida, que os adultos, em especial seus pais e cuidadores, não têm acesso direto ao que se passa em sua cabeça. Essa diferenciação do "eu" com relação ao "outro", que parece óbvia para nós adultos, é uma construção que precisa ser feita pela criança ao longo de sua constituição subjetiva”, explica a psicanalista Ana Beatriz Coutinho.

Mundo fantástico
Fatos extraordinários, mundo do ‘faz de conta’, criação de personagens que parecem ter saído de um desenho animado, fantasiar. Tudo isso é um processo importante na vida de uma criança e faz parte do mundo imaginário dela. “É aquilo que constitui a vida psíquica e o que dá recursos para a criança enfrentar as situações atuais e futuras do cotidiano. A fantasia sempre coloca em cena, de forma mais ou menos disfarçada, um desejo e faz com que a criança, muitas vezes, remodele as suas experiências e lembranças de acordo com seu desejo”, explica a especialista. Nesses casos, é importante não podar todo esse processo. A psicanalista ressalta: “Aqui, vale fazer um reconhecimento do desejo que anima esse ato mentiroso praticado pelo seu filho”.

A mentira ‘ruim’
Para alguns pais, a linha entre a fantasia e a mentira calculista pode ser tênue demais e dificultar a diferenciação entre si. “O problema pode estar na frequência com que a criança mente, na persistência dessas mentiras em uma idade mais avançada e no uso que é feito delas” explica Ana Beatriz. Mentir em excesso ou fazer isso propositalmente para manipular os adultos e conseguir o que se deseja, sem aceitar normas e regras, pode ser um sinal importante. “A criança pode estar vivendo algum sofrimento ou alguma dificuldade e pode precisar da ajuda de um especialista”, alerta a psicanalista.

E agora?
Detectada a mentira, é hora de começar uma conversa e tentar entender os motivos que levaram o seu filho a usar desse artifício. “Procure demonstrar as consequências de seus atos e a importância de ele ter credibilidade para um bom relacionamento com as pessoas em geral”, aponta Coutinho. Rever as suas atitudes também pode ajudar a solucionar o problema do seu filho. “Você Finge ter sentimentos que de fato não tem? Nesse assunto não vale a máxima: ‘faça o que eu digo e não faça o que eu faço’. A atitude de seu filho pode ser também uma resposta a um ambiente em que mentir é a principal forma de se relacionar”, alerta a especialista. E não se desespere: mentiras inocentes não significam que o seu filho tem um transtorno de caráter ou que será um delinqüente no futuro.

Pega leve
Fundamental na hora de conversar é não exagerar na bronca. Pegar pesado pode fazer com que o seu filho perca a confiança em você e tenha muita dificuldade em falar de qualquer coisinha errada que tenha feito. Mas também nada de fechar os olhos e fingir que tudo é sempre super natural. “Fazer vista grossa para as mentiras pode ter como consequência uma criança que subtrai as regras sociais, desrespeita constantemente os limites e que, possivelmente, terá problemas na escola e na convivência social como um todo”, alerta Ana.
A psicanalista Ana Beatriz Coutinho separou alguns tipos e funções de mentiras que podem ajudar você a entender e melhorar a relação com seu filho:
- A mentira pode estar a serviço de uma posição defensiva na qual a criança mente por temer ser castigada ou repreendida;
- Pode ser uma ladainha para se valorizar diante dos olhos dos adultos em busca de seu amor ou admiração;
- Pode ser uma mentira lúdica, uma fantasia ou mesmo uma tentativa de dar ao adulto uma resposta que nem mesmo ela tem. Aqui, a criança pode não saber exatamente o que fez e porque fez e inventar uma estória para responder à demanda do adulto que a interpela em busca de respostas.

**********************************************************************************
Controle o seu temperamento, pelo menos em público
Falta de educação, narcisismo e descontrole emocional podem acabar com a imagem de qualquer um. Bom senso é fundamental
Lícia Egger Moellwald
Tudo começou  quando um casal (um estrangeiro e uma linda jovem) entrou num restaurante muito elegante em São Paulo e sentou-se numa mesa que estava reservada para outras quatro pessoas.
Imediatamente foram alertados pelo garçom que seria preciso mudar de mesa. Inconformada, a moça reagiu dizendo: “Seu mal educado, seu grosso. Tá pensando o quê?”
Assustado, o funcionário chamou o mâitre que, delicadamente, explicou que eles poderiam sentar-se numa mesa mais ao fundo do restaurante, de dois lugares, tão boa quanto a primeira e ao lado de uma grande personalidade do mundo político.
Acomodada na tal mesa, mas ainda inconformada com a troca, a jovem continuou a falar mal do garçom num tom de voz alto para que todos no local pudessem ouvir.
Até que um cliente bateu nas costas da moça e disse: “A senhora poderia falar mais baixo e parar de humilhar o garçom?” Ao que prontamente ela respondeu: “Cala a boca, seu b…a!”. Injuriado, o cliente reagiu: “Cala a boca você, sua garota de programa!”

Sem pestanejar a garota jogou um copo de água no homem que revidou com outro, que em seguida recebeu um copo de vinho bem no meio do rosto revidado em seguida.
Vendo a cena o estrangeiro foi embora horrorizado seguido pela moça que saiu atrás xingando a todos.
Em função do triste espetáculo, o restaurante, preocupado com a sua imagem, pediu desculpas e não cobrou o vinho servido a boa parte dos clientes.
Este tipo de incidente costuma acontecer em supermercados, consultórios ou salas de aula e mostra a que ponto as pessoas podem chegar quando são contrariadas nas suas vontades.
Um livro lançado este mês nos EUA, “Epidemia do narcisismo” fala sobre o quanto as pessoas estão preocupadas em atrair para si as atenções e nada atentas ao que acontece com os outros. Para quem não se lembra, Narciso é uma figura mitológica tão apaixonada por si que passava o dia olhando-se refletido num lago.


Narcisismo, temperamento difícil, falta de educação e descontrole emocional infelizmente andam juntos e nos últimos tempos têm patrocinado episódios que podem incluir até cenas de violência.
Quem era a moça da história não importa, porque controle pessoal e comedimento não estão associados a uma ou outra profissão, mas a percepção do quanto nosso comportamento pode afetar as pessoas que estão a nossa volta.
Quando se tem a exata medida do quanto somos capazes de fazer bem ou mal para quem está próximo a nós, em qualquer profissão ou situação, avançamos muito como pessoas e não corremos o risco de ser acometidos pela “Epidemia do narcisismo”.

**********************************************************************************

 A arte de seduzir
A sedução pode mudar a sua vida
A arte de seduzir é antiga: Cleópatra sabia usá-la muito bem! Na correria da vida moderna, as mulheres acabam deixando de lado esse truquezinho que pode fazer toda a diferença. O jogo da sedução é capaz de fazer milagres, se você souber usá-lo do jeito e na hora certa
Glycia Emrich
No trabalho
Cuidado. A arte da sedução precisa ser usada na hora certa. No trabalho, é importante ter um discernimento entre a gentileza e o ato de seduzir. Nem sempre uma colega de trabalho extremamente sedutora é bem entendida e acaba sendo às vezes mal interpretada. “Nas relações de trabalho a competência, a educação e as formas gentis de se comunicar e fazer relacionamentos acabam funcionando de uma maneira mais apropriada”, explica a psicanalista Dra. Dorli Kamkhagi, integrante do Board of Directors da Internacional Association of Group Psychotherapy and Group Process (IAGP).

Na vida a dois
Quando o assunto é relacionamento a dois, a sedução é sua grande aliada. Não tem jeito, qualquer namorinho de meses ou casamento sempre passam pelos momentos mornos e monótonos. E é aí que você precisa urgentemente renovar. Seduzir o outro é ponto positivo pra ele, pra você e pra relação! “A sedução é necessária para que as pessoas aprendam a se redescobrir e a se renovar cada vez mais. Nas relações afetivas a sedução deve ajudar a vivenciar novos e diferentes papéis. Ela ajuda na manutenção do próprio vínculo afetivo que muitas vezes também passa por dificuldades do cotidiano”, conta a psicanalista.
Com os filhos
O ato de seduzir muitas vezes é um jogo no qual se seduz para receber, conquistar favores ou pessoas dependentes. Esse tipo de conquista pode ser perigoso com os filhos: “Os pais têm que ter um princípio da verdade, da lealdade e, por que não, de uma autoridade? O lugar deles é o de promover crescimento emocional por meio de seus atos e palavras. Os filhos têm nos pais modelos de identificação, então muitas vezes a sedução pode ser algo que a criança acaba introjetando de uma forma errada e pode trazer prejuízos emocionais”, explica a especialista.

Com as amigas
Acredite, a sedução também pode ser usada na sua relação com as amigas e sem ter qualquer conotação sexual e de atração. A especialista dá a dica: “As amigas devem cuidar dos vínculos afetivos e isto significa respeito, escuta atenciosa, um comprometimento com o que cada uma pode dar. Então novamente a sedução às vezes também é usada (mal-usada) na tentativa de ter a outra pessoa presa e dependente de quem seduz. O que leva muitas vezes a relações de brigas, quando uma das partes não aceita mais este lugar no jogo”. Lembre-se que ser amigo é estar com o coração aberto, o ombro pronto e disponível para qualquer lamentação ou alegria alheia.

Relação com estranhos
Não dá pra sair por aí usando todos os seus truques sedutores. Na hora de abordar qualquer desconhecido e usar a carta na manga para cativar ou conquistar alguém, é preciso muito cuidado. “A sedução em qualquer forma que for usada, seja para atrair alguém ou mesmo manter algum relacionamento funcionando, de certa maneira precisa cuidar para que a mesma não caia no caminho da vulgaridade. As formas de se expor, a maneira de se chegar perto do outro precisam sempre ser respeitosas e saber dos limites de cada um”, explica Dorli.

A sedução é uma forma de se mostrar sutil e cuidadosa e precisa sempre ter os seus objetivos definidos. Você está fazendo isto para que? Para quem? Qual é o objetivo? Depois de responder essas questões, é só decidir qual truque você vai colocar em prática.

**********************************************************************************

Rir emagrece -- e muito mais
Rir emagrece -- e muito mais
O poder do riso
Xô cara feia! O remédio para melhorar a vida é bem simples: um belo e intenso sorriso no rosto (que pode, inclusive, curar doenças). Duvida?
Glycia Emrich

O movimento, fácil e supergostoso, é realmente capaz de fazer milagres. “O riso, ou seja, a contração de 28 músculos faciais, aciona no cérebro a produção de endorfina. Elas se disseminam por toda a área corporal e dão a sensação de bem-estar físico e emocional”, explica o Dr. Eduardo Lambert, médico clínico geral, pós-graduado em Homeopatia pela Associação Paulista de Homeopatia e autor do livro “A Terapia do Riso” (Ed. Pensamento).
Exatamente por isso que, quanto mais se ri, mais feliz você fica. E o riso é tão poderoso que, durante o relaxamento dos músculos, pode também relaxar partes demais, como o esfíncter. Pronto, é nessa hora que você ri de fazer xixi na calça. Mas tudo bem: o que pode ser vergonha para você vai ajudar o bem estar daquela amiga que estava ao lado. Afinal, ela vai gargalhar ainda mais com a cena.
Boas doses de riso também ajuda a prevenir algumas doenças. A gargalhada baixa o nível dos hormônios do estresse. “Com menos cortisol e adrenalina no organismo, o sistema imunológico se fortalece”, garante o especialista.

Rir mesmo que fazendo um esforcinho no início, até você pegar o jeito e se soltar feito criança, se transforma em um grande remédio. A prática beneficia o corpo, a mente e as emoções. “Ela alivia os efeitos negativos provocados pelo estresse, ajuda na sociabilização, na alegria, a ser mais relaxado, mais risonho e ter uma atitude mais positiva diante dos desafios do dia a dia”, garante Mari.

Rir pra ficar em forma
Pode acreditar: caprichar na risada de 10 a 15 minutos do seu dia ajuda a emagrecer 50 calorias, de acordo com pesquisa realizada pela Universidade Vanderbilt, nos EUA. Parece pouco, mas, se você se dedicar diariamente, perderá 2 quilos em um ano, sem precisar recorrer àqueles regimes malucos que tiram o humor de qualquer uma.


É palhaçada!
A necessidade do cômico é antiga na sociedade. A figura do palhaço como conhecemos hoje surgiu há mais de duzentos anos, foi inspirada no bobo da corte e influenciada pela comédia dell’arte italiana no século XVIII. A função inicial dos palhaços era de atrapalhar a apresentação dos equilibristas e malabaristas no circo. Eles ridicularizavam e desordenavam as atrações oficiais, trazendo mais humor aos espetáculos.
“O palhaço como conhecemos hoje data do século XIX, com essa maquiagem carregada de branco, perto e vermelho. E o Clown branco, que é uma figura bastante bonita, educada, bela”, explica o artista de circo e professor Mario Bolognesi, que estuda o cômico e a constituição do riso no contexto do circo brasileiro.
Hoje, os palhaços invadem até hospitais para receitar e aplicar doses cavalares de alegria e muito riso em crianças doentes. É o caso dos Doutores da Alegria, que realizam cerca de 75 mil visitas por ano a crianças internadas em hospitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte. E qual a posologia recomendada de tanta felicidade? “A besteirologia deve ser aplicada diariamente até que o paciente não saiba mais como ficar triste. É remédio para a vida toda”, garantem os Doutores.
Em tempo, uma curiosidade: no primeiro domingo do mês de maio é comemorado o Dia Mundial da Gargalhada.

 **********************************************************************************
Casamento: missão impossível?

Casamento: missão impossível?
No Brasil, um em cada quatro casamentos acaba em divórcio. Mas será que esses dados devem ser encarados com preocupação? Especialistas apontam as dificuldades que um casal encontra no dia-a-dia e como resolvê-las. Afinal, ninguém casa para se separar
Danielle Gaspar

Segundo a última pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), o número de divórcios aumentou em 11% de 2006 para 2007 e, se considerarmos desde sua instituição, em 1978, o crescimento é superior a 200%. Motivo de preocupação? Pode ser. Segundo o psiquiatra Dr. Eduardo Ferreira-Santos, autor dos livros “Casamento: Missão Quase Impossível” e “Ciúme: o Medo da Perda” (ambos publicados pela Editora Claridade), é cada vez mais raro encontrar casamentos que duram muitos anos. “Hoje em dia deposita-se muita expectativa nesta união. Manter uma vida própria sem acreditar que o outro seja a salvação é o primeiro grande passo de uma longa estrada”, enfatiza.

Dois fatores importantes contribuem (e muito) para que as separações judiciais tenham alcançado quase 180 mil, em 2007. A mudança de comportamento na sociedade brasileira, que passou a aceitar o divórcio com naturalidade, e a desburocratização das separações consensuais, em função da Lei 11.441/ Janeiro de 2007, que permitiu aos cônjuges dissolver o casamento por meio de escritura pública, em qualquer tabelionato do País.
Contudo, é impossível negar a dificuldade que envolve o casamento. Na prática, relacionamento nem sempre é sinônimo de comportamento amistoso. Implica em vários sentimentos que ocorrem, em maior ou menor grau para cada pessoa, e que muitas vezes não são agradáveis nem fáceis de se lidar. “Relacionar-se é, quase sempre, transformar-se. E isso, requer empenho, dedicação e vontade”, considera o especialista.    

Sonho x realidade

Para começar, coloque um ponto final definitivo nos contos de fada. “Em nossa cultura, a ideia do casamento está tão ligada à busca de um príncipe encantado que fica difícil dissociar uma coisa da outra”, alerta o Dr. Eduardo. Na fase do ‘enamoramento’, as expectativas de nossas fantasias no parceiro se revelam ainda mais intensas. Para o especialista, a paixão em si é, nitidamente, uma projeção. “Vivenciá-la é saborear uma mudança. Trata-se de uma abertura, um salto que pode ser tanto para o crescimento individual quanto para uma derrocada”, comenta. E é aí que mora o perigo. 
Quando o casal começa a dividir o mesmo teto, os problemas fazem parte da rotina e os contratempos se revelam. O segredo está em como os gerenciamos. É preciso compreender o parceiro como um ser humano que, portanto, tem qualidade e defeitos – igualzinho a você! Não é fácil deixar o coração sem mágoas quando ele não atende suas expectativas. “Geralmente ficamos frustradas ao perceber que a realidade é diferente do que havíamos imaginado em nossos desejos mais íntimos”, explica a psicóloga e hipnoterapeuta Viviane Scarpelo, especialista em psicoterapia de casal e família. Apesar de dolorosa, no inicio, esta é uma postura muito madura de encarar o relacionamento. Na hora das diferenças, não se permita a entrar na dinâmica das acusações e dos julgamentos de valor. “Eles não podem ocupar o lugar da compreensão mútua e das trocas de amor e respeito”, complementa.

Estabeleça limites
Você já deve ter escutado a máxima: “A partir de hoje, deixo de ser ‘eu’ para sermos ‘nós’”. Na teoria é lindo, até mesmo romântico, mas na prática essa dedicação em tempo integral causa muitos problemas. Segundo a psicóloga, é freqüente encontrar casais que, inconscientemente, agem de acordo com crenças que apenas dificultam a vida a dois. “Se dois corações se tornaram um, alguém deixou de existir”, ressalta.
Então, ponha o juramento em questão e avalie honestamente o que ele irá representar no dia-a-dia. Estabeleça o seu limite de responsabilidade, a sua linha de chegada e de partida. Reflita e seja sincera com seu parceiro. Perceba que colocar as cartas na mesa não é primar pelo egoísmo. Para Dr. Eduardo, o individualismo tem suas bases no coletivo e na solidariedade. A questão aqui é que devemos cuidar para que não sejamos arrastados pelo ritmo do outro a ponto de abandonar nossas verdades, nossos valores e nossos projetos. “Quando existe um casamento de verdade, se estabelece uma ponte entre individualidade e a comunidade”, explica.

Em comum
Certamente, você divide com ele muitas afinidades. Seja o gosto musical, a culinária ou até mesmo os gêneros de filme. O fato é que, depois do casório, outros assuntos entrarão em pauta: ter filhos, comprar a casa própria, mudar de cidade, entre tantos outros. “Sugiro sempre um espécie de contrato. Um combinado entre ambas as partes para que haja um consenso, decidido pelo casal”, sugere Dr. Eduardo. Se estiver em vias de unir as escovas de dentes, seja franca com suas vontades. É o caminho certo para um casamento fincado em bases bem sólidas.
Compartilhe sempre as emoções que te deixam feliz no dia-a-dia. Faz um bem danado, confidenciarmos o que somos e o que sentimos. Invista em dividir as alegrias, esperanças e até mesmo a satisfação de um trabalho reconhecido, por exemplo. Não se trata de se calar aos aspectos negativos, mas sim dar vida e significado às questões positivas. Segundo Viviane, o que se percebe no consultório são pessoas que falam exaustivamente do que não gostam e do que não querem para suas vidas, apontando sempre os erros do parceiro. “É como se estivessem fazendo propaganda do que não querem que aconteça novamente”, explica. Vale lembrar que tolerância e flexibilidade ajudam para valer nesta longa (e difícil) jornada. Afinal, construímos o que somos a cada dia.

 **********************************************************************************
 Por que continuar casado?

O melhor da vida a dois: por que continuar casado?
Dizer sim é muito fácil, o desafio maior é se manter casada. O iG conversou com o psicólogo norte-americano Mark O’Connell, PHD em psicanálise pela Boston Psychoanalytic Institute e autor do livro “O melhor da vida a dois” (Editora Prumo). Confira suas dicas para atingir o potencial máximo de uma relação sem cair no marasmo
Glycia Emrich
 Lidar com os problemas do dia a dia implica em muita flexibilidade e auto conhecimento. Porém, um relacionamento é capaz de fazer mudanças importantes em você mesma e no outro. Veja o que pensa o especialista Mark O’Connell.

Por que continuar casado?
Mark O'Connell
Vamos reconsiderar o conceito de casamento. Há vinte anos venho ajudando casais em seus relacionamentos e cada vez mais tenho ficado com esta pergunta: “Melhorar um casamento é bom o suficiente?” E mesmo um bom casamento hoje será suficientemente bom com os atuais avanços da tecnologia da fertilidade, com as mudanças de atitudes sobre pais solteiros, as sensibilidades morais inconstantes e outras alterações em nosso cenário social e econômico que proporcionam outras alternativas viáveis ao casamento tradicional? E se não fosse mais suficiente meramente “melhorarmos” o relacionamento de alguém? A resposta que a cheguei é “sim, porém”. Sim, casamento ainda pode ser relevante. Mas somente se nos permitirmos ser menos convencionais e mais radicais na nossa maneira de pensar as nossas relações íntimas.

 O que você recomendaria para uma relação consistente e duradoura?
Mark O'Connell
Organizei o livro em torno de oito resoluções que as pessoas podem usar como guia para arriscarem criativamente em suas relações. As quatro primeiras são: 1. Adotem uma definição duradoura do amor; 2. Comemorem as diferenças; 3. Façam sexo pra valer; 4. Encontrem a libertação através do compromisso. É o que chamo de “necessidades compartilhadas”. As outras são: 5. Acreditem em algo mais importante do que vocês mesmos; 6. Abram mão dos hábitos e vícios; 7. Perdoem e digam “obrigado”; 8. Brinquem. Essas eu chamo de “escolhas compartilhadas”.

Qual dessas resoluções é a mais importante?
Mark O'Connell Todas estão organizadas em torno do princípio “Celebrem as diferenças”. Quando entendemos, e então apreciamos, as nossas diferenças – e por ela (diferença) não estamos nos referindo a Vênus e Marte, sobre ele gostar de futebol e ela de dança, ou sobre qualquer uma das infinitas maneiras que diferimos de nossos parceiros – conseguimos conhecer o outro com mais profundidade e honestidade. Rushdie dizia que “nossas vidas nos ensinam quem somos nós”. Estando verdadeiramente abertos para o outro não apenas construímos relacionamentos melhores, mas também nos tornamos melhores.

Como é o relacionamento real? Descobri-lo assusta?
Mark O'Connell
Em sua melhor performance, um bom casamento pode servir como um antídoto para o narcisismo. Mesmo os ‘bons’ relacionamentos não passam de uma fração do que poderiam ser. A compreensão de que os relacionamentos podem ser poderosos foros de crescimento pessoal e de verdadeira mudança tornam até os melhores ainda melhores. Um relacionamento amoroso duradouro nos habilita a enfrentar o característico desafio do envelhecimento, que é enfrentar as arestas mais ásperas e intransponíveis da realidade — do tempo, do envelhecimento e da perda — apenas com a mistura certa de realismo, vitalidade e esperança.

Como lidar com a fidelidade? Casamento são sempre monogâmicos?
Mark O'Connell
Sim, mas não moralmente, na forma que geralmente pensamos. O que é a liberdade? É a capacidade de fazer o que sempre um ou outro quer? É uma ausência de limite e responsabilidade? Ironicamente, se esse tipo de liberdade existe, é um caminho certo para a solidão e o vazio. Sem limite de tempo? Sem limite de sexo? Sem limite de dinheiro? O que é um dólar, um dia ou um abraço quando o próximo pode ser mais ou melhor? Não, não vamos encontrar significado e felicidade através da tentativa de transcender as limitações universais que governam e organizam nossas vidas, vamos encontrá-los respeitando-os. Como disse (a compositora canadense) Joni Mitchell: “Você não sabe o que você tem até que isso se vá”.
A verdadeira felicidade não vai vir substituindo a realidade com devaneios. Ela vem quando aproveitamos as nossas forças, nossos talentos para que possamos viver plenamente e bem dentro do mundo como ele é. Compromisso não é uma convenção obsoleta, moralista, destinada a reprimir a sexualidade e a individualidade. Uma opção pessoal que nos permite explorar riscos, com uma confiança no outro, e os cantos mais ocultos e vulneráveis de nós mesmos.

Você acredita que as pessoas podem ser felizes sozinhas?
Mark O'Connell
Pensamos o casamento como um compromisso necessário, uma forma estável de viver a vida. Ao continuar pensando o matrimônio como um lugar seguro e estável nós perdemos o seu real potencial e perdemos a potencialidade dessa cultura desafiadora em que vivemos. Na melhor das hipóteses, os nossos relacionamentos podem nos ajudar a encontrar significados íntimos, privados. Eles podem nos ajudar a criar relacionamentos em que podemos apreciar, em vez de negar, a nossa falibilidade humana. As relações devem ser lugares de riscos criativos, assim como são lugares de segurança e conforto. Elas devem nos fazer crescer. Nós podemos ter essas coisas no casamento, mas apenas se estivermos dispostos a trocar segurança por risco.

Como lidar com decepções, fator tão comum em qualquer relação?
Mark O'Connell Ser aberto, vulnerável. Tenho acreditado que a atração química tem um código peculiar: puxamos as pessoas com quem teremos tempos difíceis juntos. Que vai nos desafiar nos lugares que achamos mais difíceis. A estabilidade do amor torna-se um peso que vai morrendo, por exemplo. A tendência natural é, com o passar do tempo, a gente trancar os lugares vulneráveis, tanto de nós mesmos e uns com os outros.  E se abríssemos com os outros? Olhássemos para eles em si? Isso é o que leva a mudanças e crescimento. Uma forma simples de pensar na mudança de mentalidade que estou propondo é parar de pensar e ficar repetindo que os problemas do seu relacionamento são dificuldades a serem superados. Comece a pensar neles como oportunidades para você aprender mais sobre as partes de você mesma que precisam ser mudadas.

 Sexo e casamento andam sempre juntos?
Mark O'Connell O sexo pode ser o meio mais direto que mostra como a intimidade pode mudar a nossa vida. A iminência do contato sexual nos une nos lugares mais profundos. A fisicalidade desenfreada do sexo nos deixa momentaneamente sem proteção, sem máscaras, mesmo nos lugares dentro de nós em que somos mais inclinados a nos proteger. Perdemos as pistas do verdadeiro poder do sexo, em uma cultura que um número enorme de figuras assumem várias posições e técnicas. E com uma visão borrada de corpo e com uma sexualidade desgastada, o sexo real é um meio quase inigualável que nos ajuda a crescer e manter vivo o corpo e a mente: aprender sobre nós mesmos pelo espelho do corpo do nosso parceiro.

 **********************************************************************************

Eles fogem deste tipo de mulher 
 As 9 mulheres que eles evitam
Imagine uma conversa de bar onde homens das mais diferentes idades, mentalidades e profissões elegessem aquele tipo de mulher da qual correm como o diabo foge da cruz... Acredite: apesar de diferentes, eles não toleram comportamentos muito parecidos. Descubra quais são
Cáren Nakashima
Se você não suporta homem cafajeste, que tem aversão a compromisso ou ainda aquele tipo acomodado que não quer nada da vida, saiba que eles também têm uma listinha das mulheres com quem não querem se relacionar. E na maioria das vezes elas são..

1. Carentes demais
“Poucas coisas são tão insuportáveis quanto aquela mulher que você acabou de conhecer e quer falar 12 vezes por dia ao telefone”, esbraveja Ricardo, 35, dentista. Quem concorda com ele é Alan, estudante de arquitetura de 22 anos, que acha as meninas da sua idade (ou as mais novas) “adolescentes e pegajosas demais”. Segundo Rodrigo, 29, músico, o problema não é a atenção que a mulher carente dispõe para o homem que a conquistou, mas a que cobra dele. “Muitas vezes gostamos delas e até queremos algo, mas elas sufocam tanto com necessidades e apelos que eu perco o interesse na hora”.

2. Exibidas que chegam a ser vulgares
A maioria concorda: um decote vai bem, uma minissaia também, uma blusa mais transparente provoca, mas tudo junto pode ser um terror. Fuja do look piriguete. Nilton*, 43, casado e pai de uma filha de 16 anos, tem pesadelos só de pensar nas mulheres da sua vida vestindo-se de forma exageradamente sexy. “Acho que mostrar o corpo demais denota insegurança por parte da mulher”, teoriza. Já Danilo, 26, professor de educação física, considera a exposição “coisa de quem não é bem intencionada”. E olha que ele dá aula em academia e está acostumado a ver um desfile de pouca roupa. “Acho que quem diz que gosta de exibir a própria mulher em saia colada e curta não sabe o que está falando”, diz.

3. Cheias de “nhém nhém nhém”
“É até normal ter um apelido carinhoso quando se namora e tal, mas falar como um bebê, agir de forma completamente imatura e descontrolada e amar bichos de pelúcia até quase os 30 anos é demais”, avalia Fabio, 29, analista de sistemas. Quem rompeu um caso pelo mesmo motivo foi Adriano, 21, skatista. “No começo achava meigo, depois fui ficando saturado de tanto açúcar”.

4. Maníacas por ordem e limpeza
Quando a neurose em deixar o canto e a mesa do trabalho arrumada se transfere para o relacionamento, alerta vermelho! Pelo visto, os homens adoram uma baguncinha, como conta o operador da bolsa de valores, Antonio Carlos, 27: “Não que eu goste de viver num chiqueiro, mas quando fui morar com a minha ex-namorada descobri que seria impossível viver junto, pois se ela via um pano de prato fora do lugar, tinha um ataque histérico”, reprova. São solidários à sua causa Marco Antônio, 23, que não suporta nem a mania de limpeza da mãe e Adalberto*, 49, advogado casado há 25 anos. “A diferença é que o meu casamento AINDA não se desfez com a loucura pela ordem e arrumação...”

5. As super mandonas
Há quem não sofra apenas de mania de limpeza, mas também se mostram verdadeiras chefes na sua luta diária e, dessas, eles correm como se não houvesse amanhã. “Querer tudo arrumado é uma coisa, mas querer que EU arrume tudo, sendo que não me importo nem um pouco com isso já é demais!”, esbraveja Lucas, 28, analista de marketing. “De onde eu vim não tem essa de mulher dar ordem em homem em não, principalmente em coisas de casa”, enfeza-se o taxista Jamil, 42. E as mandonas que se cuidem, pois não há orgulho que resista a uma mulher-general. “A sociedade ainda é machista e não admite que homens façam serviços domésticos, principalmente sob o comando de suas esposas”, analisa Arthur, 29, psicólogo.


6. Quem se morde de ciúmes
Um pouquinho do sentimento tempera a relação, mas o excesso faz todo mundo engasgar. “Tive uma namorada que me esperava sair da faculdade, do outro lado da rua, todos os dias, por três anos”, conta Daniel, 31, médico. “Eu achava bonitinho pois estava apaixonado. Até que alguns amigos me alertaram de que ela estava fazendo marcação cerrada”. Dali até ela rasgar fotos e cartas de ex-namoradas e tentar invadir a conta de e-mail dele foi um pulo. “Ela chegou a deixar recados mal educados para amigas minhas (e até uma prima!) no Orkut”. E não importa a idade ou a profissão, homem tem pavor de ciumentas extremistas. “A velha história de que se estamos com uma mulher é porque realmente queremos, ainda vale”, justifica o psicólogo André, 34, que não está analisando as mulheres, apenas desabafando sobre as mesmas.

7. Loucas por calorias, dietas e afins
O próprio psicólogo puxa o papo: “E quando elas saem pra jantar e só pedem uma salada ou então negam um drinque a mais porque dizem estar de dieta?”. Pois é, se você está de regime ou conta a caloria até do ar que respira, tente ser discreta. “Não tem coisa mais chata do que fazer cara feia quando a gente aparece com uma caixa de bombom ou olhar a tabela de calorias do presente”, diz Márcio, 25, enfermeiro.

8. Interesseiras
As Marias Gasolinas não tem vez no que depender desta turma. Danilo, Antonio Carlos e Nilton já se envolveram com mulheres assim e garantem que elas não estão nem aí com os sentimentos alheios, e sim com a conta bancária. “Elas não se oferecem para dividir nada, nunca”, explica Danilo. Mas não pense que o cavalheirismo morreu, como conta Antonio: “Claro que continuaremos pagando jantares e indo buscar em casa, mas não demonstre que os bens materiais valem mais do que qualquer coisa na sua vida.”

9. Frescas demais
“Não precisa se interessar por esportes de aventura e acampamentos selvagens”, diz André. “Mas também não ache tudo nojento, hotel três estrelas uma espelunca ou churrasco com os amigos o fim do mundo”, exemplifica Lucas. Ser vaidosa e cuidar da aparência conta pontos, mas deixar de aproveitar um beijo na chuva por causa da chapinha definitivamente não está com nada.
 **********************************************************************************
 8 erros que cometemos na busca do par perfeito
Aprenda a identificar – e superar – os maiores obstáculos que impedem você de encontrar o cara certo
Nina Bellino

"Antes só do que mal acompanhada". Se esta frase não tem nada a ver com o que você quer atualmente, é preciso reconhecer (e mudar) atitudes que podem atrapalhar a chegada do homem da sua vida. Para tornar essa missão possível, listamos aqui uma série de obstáculos que tornam a sua busca mais difícil. Você se identifica?

Ter baixa auto-estima
"Quando a pessoa não se aceita, não se valoriza e não se ama, fica difícil achar alguém que faça tudo isso por ela", afirma a psicóloga Denise Alves de Toledo, de São Sebastião, São Paulo. É claro que se alguma coisa em você a desagrada, como uma pele envelhecida ou excesso de peso, tem mais é que resolver esses problemas estéticos. Mas, se não cuidar do seu emocional, não há tratamento ou dieta que dê jeito. Na maioria das vezes o problema não está no exterior, e é preciso tratar a falta de amor próprio com terapia.

Fazer-se de vítima
Tem mulher que encara sua solterice numa boa, é verdade. Mas há aquelas que passam os dias recitando "ninguém me ama, ninguém me quer". "Com essa energia, como esperam que alguém se aproxime delas?", questiona a psicóloga Heloísa Yoshida, terapeuta de casal e familiar do Rio de Janeiro. Portanto, pense bem sobre o que anda falando por aí e tente mudar seu repertório, para não espantar o próximo candidato.

Não saber o que se quer
Encontrar o homem perfeito depende principalmente de como lidamos com as expectativas. "Saber o que se quer e ser seletiva nas escolhas evita cair num acúmulo de parceiros sem 'qualidade'", aponta Denise. Para descobrir isso, siga a recomendação de Heloísa Yoshida: "Faça uma lista do que você faz e gosta, o que faz e não gosta, o que não faz e não gosta, o que gosta e não faz. Ao conhecer suas preferências e prioridades, a seleção do parceiro ficará mais fácil".
**********************************************************************************

 Amor e internet
 Mantenha a individualidade virtual durante a paixão
"Transformar" o perfil pessoal de seu orkut, trocar senhas com o amado e permitir fotografias íntimas pode ser o início de um grande problema futuro

Você começou a namorar e, melhor ainda, está completamente apaixonada. É hora de espalhar pro mundo inteiro sua felicidade e estampar pelos quatro cantos seu amor e o fim de sua busca incessante pelo homem de sua vida.
Manter a serenidade e evitar mensagens melosas e fotos de todos os ângulos de seu amor no orkut e em blogs e fotologs pode parecer difícil. O problema pode ser mais grave quando senhas são compartilhadas e momentos íntimos são registrados por meio de fotos e vídeos.

Invasão de privacidade virtual
Segundo a psicóloga Cláudia Silva, é preciso ser racional nesta primeira etapa do namoro. “Não caia na tentação de achar que abrir sua intimidade é uma prova de amor. É saudável para a relação que cada um tenha o direito de trocar e-mail e receber ligação sem a supervisão do amado. Justificar todos os passos é cansativo e acaba desgastando uma relação”.
Daniela Carvalho, 22 anos, admite que seu Orkut virou motivo de chacota entre as amigas. “Todo mundo sabe quando estou namorando, pois não resisto e encho minha página de fotos e mensagens para meu namorado. Já dividi meu Orkut com um ex e, quando terminamos, fui obrigada a sair e abrir um novo. Tive que “encontrar” meus amigos novamente”.
A estudante de publicidade sabe que sua conduta não é exemplar, mas sempre faz “declarações”, apesar de prometer que vai agir de forma diferente em uma próxima vez.
Já a economista Fernanda Gomes, 30 anos, resolveu recuar depois de ter presenteado seu atual namorado com a chave de sua casa e senha de seu e-mail pessoal. “Tudo foi resolvido com muita conversa. Eu expliquei que estava me sentindo invadida, pois precisava de um tempo pra colocar o papo em dia com as amigas e falar bobagens. Eu não sabia mais se ele estava mal-humorado por causa do trabalho ou se havia escutado alguma brincadeira de amigos em minha secretária eletrônica”.
Veja alguns sinais de alerta pra saber se você está forçando a barra da intimidade:
- Seu MSN tem sempre uma declaração de amor no espaço reservado para uma mensagem pessoal;
- Ele deu todas as senhas pra você, com a desculpa de que não há nada pra esconder, e exigiu o mesmo (ou vice e versa);
- O casal tem e-mail, Myspace e Orkut conjunto;
- Você se intromete nos scraps de seu namorado no Orkut e não passa um dia sem checar as mensagens que deixam pra ele;
- Você tira inúmeras fotos de vocês em diversos momentos juntos (diariamente e quase sempre se beijando) e não vê a hora de disponibilizá-las em seu fotolog.

 **********************************************************************************
Além do véu e grinalda: coisas diferentes para fazer no casamento
É possível incrementar o dia do “sim” com roupagens diferentes para situações tradicionais. Veja como!
Cáren Nakashima
 1. Comece pelo convite
Danielle Gaspar e André Yasaka emocionaram os convidados bem antes do início da cerimônia, com o convite feito por eles próprios. “Sou jornalista, ele é redator publicitário. Eu queria escrever muito, ele teve que enxugar as linhas”, ela conta. O casal, além das palavras bonitas, escolheu algumas músicas da sua trilha sonora para mostrar aos amigos e familiares. “Fomos até o centro de São Paulo comprar os CD´s pequenos, gravamos e testamos cada um, fizemos a arte, orçamos nas gráficas...”, conta. O trabalho, além de inspirador, aproximou ainda mais os pombinhos e poupou alguns reais, afinal cerca de 200 convites custaram aproximadamente R$ 470. “Optamos por papéis simples, baratos e bonitos, e o próprio André escreveu em cada envelope o nome do destinatário”.

2. Retrospectiva animada
Em algum momento vocês exibirão no telão as fotos do namoro, das viagens, da infância e adolescência de vocês, certo? Inove com um desenho animado dublado com as suas vozes e roteirizado de acordo com a sua história. O publicitário Marcelo Rodiño criou um serviço diferente, o Wedding Cartoon, que consiste em apresentações de 2 a 3 minutos, a partir de entrevistas com os futuros cônjuges, amigos e parentes. É uma maneira divertida de contar pra todo mundo como vocês se conheceram e por que estão se casando.


3. Casório ecológico
Você pode fazer a sua parte para salvar o planeta sem ter que oferecer o jantar em pratos recicláveis ou usar um vestido de fibras naturais. Basta neutralizar o carbono emitido pela sua festa com o plantio de novas árvores. Leonardo Rizzo Hungueria, diretor da agência de marketing promocional Rizz, especializada em eventos ecoconscientes, explica: “Você deve calcular todo o gás carbônico emitido para o casamento acontecer. Dos carros dos fornecedores até os dos convidados, passando pelo tanto que você emitiu durante as negociações com fornecedores e então chegar ao número de mudas que deve plantar para compensar”, explica. Algumas entidades, como a Carbono Neutro, oferece a calculadora e formas de compensação. Quem usou o plantio de árvores para simbolizar o início de uma nova vida foram o Rodrigo e a Michelle Mendonça, que durante a cerimônia de casamento plantaram uma muda de flamboyant no sítio da família do noivo.

4. Mais do que um bem casado
Para deixar o seu casamento na memória, aposte em lembrancinhas que têm tudo a ver com vocês, ou pelo menos um dos dois. Maria Tereza Fondora casou-se com Julian aqui no Brasil, mas ele é colombiano, e uma forma que ela encontrou de homenagear o país do amado (e consequentemente a sua família e os convidados que vieram de longe) foi oferecer a miniatura de Chiva, artesanato típico da região. “Durante o noivado fui conhecer a Colômbia e trouxe este souvenir que despertou a curiosidade e admiração de todos. A chiva é um meio de transporte utilizado nas cidades rurais da Colômbia, na qual camponeses e agricultores levam o que produziram para vender nas cidades maiores. Nas cidades grandes são usadas como ônibus turísticos e à noite se transformam em Chivas Rumberas, discotecas ambulantes”, detalha. “Minha sogra, que mora na Colômbia, trouxe 300 miniaturas na bagagem de mão na véspera do casamento e deu tudo certo, não quebrou nenhuma!”, comemora.
 
 **********************************************************************************

O isolamento é uma das características do autismo
O isolamento é uma das características do autismo
Meu filho é autista, e agora?
Eles vivem retraídos em um mundo bem particular e parecem sentir dificuldade em se comunicar. Veja como quebrar essa barreira com muito amor e dedicação Glycia Emrich

O nome “autismo” vem do grego “autus” e significa “si mesmo”. Crianças autistas vivem em mundo paralelo quase intransponível. Com um quadro comportamental bem particular, elas apresentam prejuízos nos relacionamentos sociais, na comunicação e na imaginação. “Esta última está associada a um padrão rígido e repetitivo de comportamento”, explica Cristiane Duarte, pesquisadora da Division of Child and Adolescent Psychiatry da Columbia University e do Departamento de Psiquiatria da Unifesp/EPM.
Apesar dos sintomas aparecerem antes de a criança completar três anos, não é tão fácil diagnosticar a doença imediatamente. “Ainda muito pequeno, o Gustavo não falava, ficava sempre muito sozinho e rejeitava qualquer tentativa de convivência social. Só aos 5 anos de idade e após frequentar inúmeros consultórios médicos é que a doença foi detectada. Um alívio e uma dor muito grande”, desabafa a funcionária pública Rosa Silveria, 36 anos.
Dentro de uma bolha
O isolamento é uma característica fundamental da criança autista. Ela prefere sempre estar só, no seu mundinho. Além disso, é comum que ela não forme relações pessoais íntimas, não abrace, evite contato de olho, resista às mudanças, seja excessivamente presa a objetos familiares e repita continuamente certos atos e rituais. “A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho ou pode, ainda, não conseguir - por não poder ou não querer - falar nada”, explica a psicoterapeuta Maura de Albanesi, Diretora do Instituto de Psicologia Avançada AMO.
Sintomas
“Comecei a achar estranho o silêncio da minha filha. Ela tinha imensa dificuldade em entender o que eu dizia a ela e costumava repetir muitas vezes tudo o que eu falava”, conta a professora Ana Maria Algoes, 42 anos. Essa dificuldade de compreensão é comum entre as crianças autistas. “Ela pode repetir as palavras que ouve (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o ‘tu’ em vez de ‘eu’ ou ‘mim’ ao se referir a si própria”, explica Maura.
O que fazer?
Na hora de recorrer a algum tipo de ajuda, os familiares são peças importantíssimas para o tratamento e para a reintegração do paciente. “É importante que estejam orientados quanto à doença para que possam compreender os sintomas e as atitudes do paciente, evitando interpretações errôneas”, garante a psicoterapeuta.
Mas esse acompanhamento muitas vezes é terrivelmente doloroso para quem é mãe de um autista. “Entrei em depressão. Me sentia rejeitada pelo meu próprio filho. Queria mover o mundo para tratá-lo, mas me sentia sempre de mãos atadas. Foi um processo lento e difícil”, relembra Rosa.
As dificuldades com o cuidado de crianças autistas têm um grande impacto nas mães. “É essencial que profissionais da área de saúde estejam a par dos problemas mais comuns enfrentados pelas mães de crianças autistas, para que possam assisti-las quanto ao sofrimento que experimentam, bem como aquele de seus filhos e de suas famílias”, explica Cristiane.
A neurologista infantil e mestre em psicologia Carla Gikovate dá 5 dicas para ajudar você a estimular a atenção e a comunicação do seu filho autista:
- Parta de objetos e situações que a criança já demonstre interesse para iniciar sua interação social;
- Utilize estímulos visuais nas atividades pedagógicas e no dia-a-dia (organize o horário, mostre aonde ela vai e o que vai acontecer);
- Estruture o ambiente de forma que a criança preveja o que se espera dela em cada situação;
- Aproveite situações e horas naturalmente agradáveis para ela (banho, comida) para ensinar e trabalhar conceitos;
- Diminua o tempo que a criança fica sozinha e sem atividade.

 **********************************************************************************
O que torna uma mulher irresistível?
Tem certas coisas que só elas fazem (ou dotes que só elas têm) e que podem parar trânsito. Para descobrir o que deixa os homens realmente loucos, batemos um papo com oito caras que revelam a você o que torna uma mulher simplesmente irresistível
Glycia Emrich
Usar as roupas dele
Depois de uma noite de sexo ou simplesmente após aquele cochilo abraçadinho em um domingo de chuva, eles se derretem quando você levanta vestida com a camisa gigante dele.

“Adoro acordar e encontrar a minha namorada com cara de sono, dentro da camisa que eu tirei para dormir. Ela fica linda. Nem dá vontade de levantar e enfrentar o trabalho”, conta o engenheiro de alimentos Carlos Antonini, 28 anos. Viu só? Às vezes você nem precisa perder horas se preocupando com que lingerie ou modelito tem que deixar na casa dele. A velha e boa camisa mal abotoada pode fazer muito mais sucesso.

Esbanjar simpatia
Não adianta ter a beleza de uma Miss Brasil se você não tiver também a simpatia típica delas. “Mulher tem que ser extrovertida, engraçada, ter um sorriso bonito”, garante o designer gráfico Alan Dainovskas, 29 anos. Por isso, nada de achar que o seu corpo escultural é capaz de deixar qualquer homem babando.

Vale mais investir em deixar o ar blasé de lado e soltar o seu humor do que ficar neurótica com a academia em busca de perder as gordurinhas extras. Fazer o cara que está com você rir e se divertir é capaz de render horas e horas de conversas interessantíssimas.

Ter cabelos bem-cuidados
Gastar uma fortuna com xampus, condicionadores, máscaras de tratamento e banho de creme tem lá suas vantagens: além de deixar os seus cabelos mais gritantes do que da Angelina Jolie, eles garantem que esse cuidado a mais pode fazer toda a diferença.
“Independentemente do tipo, cabelos limpos e bem cuidados atraem muito”, garante o publicitário Charles Caan, 32 anos.

Ter boa memória
Lembrar o dia do primeiro encontro, a data de aniversário da mãe dele ou organizar o próximo encontro entre amigos também é encantador. É um cuidado a mais que eles acham incrível (claro, homens parecem não se entender com as folhinhas do calendário).

“Acho super delicado elas se lembrarem de detalhes, de datas, dos dias especiais. Uma vez uma namorada me deu de presente uma camiseta igualzinha a que eu estava usando na primeira vez que saímos juntos. Foi bem legal. Fiquei emocionado”, conta o psicólogo Leonardo Carranhas, 32 anos.

Pilotar o fogão com classe
Você não precisa ser chef de cozinha ou uma gourmet de primeira linha. Preparar um simples macarrão ou o clássico arroz e feijão também tem o seu charme. “Adoro ver uma mulher segurando uma faca com firmeza e mandando ver na cozinha. Ela, os ingredientes e a pia formam um cenário com muito fetiche. Adoro”, garante o estudante de música João Salles, 34 anos.

No próximo encontro, esqueça os telefones do delivery e prepare você mesma o jantar. Para deixar o clima mais quente, chame o seu pretendente para ajudar a colocar a mão na massa.

Ter cuidados com as unhas
No meio da correria do dia a dia, às vezes não sobra tempo de deixar as unhas das mãos e pés sempre em ordem. Mas elas não precisam estar tão impecáveis assim. Basta mantê-las sem o esmalte descascando para deixar alguns marmanjos de queixo caído.

“Adoro mãos e pés. Não precisa estar com aquela cor exata de esmalte e nem ir ao salão todos os dias. Se tiver bem cuidada, já acho super charmoso. Olhar a mão bonita de uma mulher numa mesa de bar pode decidir o fim da noite”, garante o lutador de boxe Tales Tunes Filho, 36 anos.

 **********************************************************************************

Dia dos Amantes: os 10 mandamentos para ser a amante de seu marido

Hoje é comemorado o Dia dos Amantes. E, ao contrário do que muitas mulheres pensam, é dia de celebrar com seu marido e parceiro, sim!
Não é raro ver casamentos que, combalidos pela rotina, se tornam relações de companheirismo e respeito – mas sem paixão. Claro que isto não precisa acontecer; no entanto, como o dia-a-dia é sempre tão cheio de tarefas, é preciso prestar atenção para manter o romantismo e o tesão sempre acesos.
A consultora de sensualidade Suzana Leal listou algumas dicas práticas para que as mulheres mantenham o casamento apimentado e se tornem verdadeiras amantes dos maridos.

1. Não deixe que o dia-a-dia tire o encanto da relação. Em termos práticos: use o banheiro de porta fechada e mantenha sua privacidade.

2. Mesmo nas brigas e discussões, fale baixo. Evite palavras ásperas e de baixo calão, pois ao longo do caminho elas fazem com que o respeito acabe.

3. Cuide de você. Faça cursos, atividades, cultive amigos. Mantenha sua autoestima elevada, pois para ser amada e admirada pelo parceiro você tem que se gostar primeiro.

4. Mantenha o ambiente da casa e, principalmente, do quarto de vocês cheiroso, com flores e lençóis com detalhes vibrantes: vermelho, laranja e amarelo são cores que aumentam a libido.

5. Apesar dos filhos, enteados e trabalho, tenha na agenda semanal de vocês umas horas sozinhos. Pode ser um cineminha, um jantar a dois. Se não der tempo nem para isso, reserve pelo menos uma taça de vinho para relaxar no final do dia.

6. Saiba ouvir com atenção aquilo que é importante para seu parceiro e mostre a ele seu interesse e companheirismo.

7. Mantenha-se sempre antenada com assuntos sobre, economia, política, cultura, assim os assuntos domésticos saem um pouco de cena e o papo pode fluir com mais variedade!

8. Saiba que é preciso sempre beijar na boca; o começo de tudo vem com um bom beijo.

9. Nunca frustre o parceiro quando ele quiser discutir sobre a relação. Embora muitas vezes cansativa, a famosa DR evita que um pingo d’água transborde uma taça.

10. É fundamental usar a imaginação e, por que não, brinquedinhos sexuais: óleos de massagem, vibradores, anel peniano, uma lingerie sexy. A noite começa engraçada a principio, depois dá uma turbinada e vocês terão sensações inimagináveis.

********************************************************************************** 

Adultério: como as diferentes culturas encaram a questão

No Japão é bastante comum; na Rússia quase não é problema: como as pessoas, em diferentes países, encaram a infidelidade


Infidelidade, traição, adultério. Palavras que provocam arrepios em muita gente que mantém um relacionamento amoroso. E, apesar desse temor, o assunto é sempre pontuado em qualquer conversa com amigas, parceiros, família. Todo mundo sempre discute o que é ou não é um ato de traição. Como disse certa vez o escritor Nelson Rodrigues, “Tudo passa, menos a adúltera. Nos botecos e nos velórios, na esquina e nas farmácias, há sempre alguém falando nas senhoras que traem. O amor bem-sucedido não interessa a ninguém”.
Mas se você pensa que em qualquer lugar do mundo as pessoas encaram essas ‘escapadinhas’ da mesma forma, está muito enganada. A jornalista americana Pamela Druckerman, autora do livro “Na Ponta da Língua” (Ed. Record), percorreu 24 cidades, em 10 países, para traçar um mapa da infidelidade nos 4 cantos do planeta.

O primeiro ponto é definir o que entendemos por infidelidade. A doutora Ana Maria Fonseca Zampieri, autora do livro “Erotismo, Sexualidade, Casamento e Infidelidade” (Ed. Ágora), considera infidelidade “uma quebra de confiança e o rompimento do acordo conjugal sobre a exclusividade sexual nos relacionamentos monogâmicos”.
A jornalista americana também concorda que é infiel e traidor quem está numa relação com base na monogamia e dá umas escapulidas para fazer sexo secretamente. Mas não é só uma noite louca de sexo que leva o peso de ser traição. “Sexo oral também conta. Na verdade, qualquer coisa que eles não querem que o seu parceiro/a descubra (de uma única escapada a uma farra ruidosa) merece discussão”, diz. E aí, claro, não necessariamente a pessoa precisa estar casada legalmente. Ainda mais hoje em dia em que o casamento não anda muito em alta.
Mapa da infidelidade: como os países encaram o adultério
Brasil
Apesar da pesquisa dela não ter incluído o Brasil, Pamela Druckerman conhece muito bem o país. Inclusive, a ideia da pesquisa surgiu após o tempo que ela passou aqui e na Argentina, como correspondente do Wall Street Journal. Pamela ficou surpresa com a quantidade de cantadas e pedidos que recebeu de homens casados. “A impressão que dá é que todo mundo trai. E os brasileiros parecem ser fatalistas em relação ao impulso para a traição. Os homens casados se vangloriam de suas traições com os amigos”, conta Pamela.
Como o Brasil é enorme e com uma desigualdade social e econômica gritante, há uma diferença de postura dependendo da região onde se vive. A jornalista diz que a traição depende muito se são brasileiros que vivem no sul ou no norte do país. De acordo com ela, o Sul é mais rico e menos adúltero. Já o Norte é mais pobre e “sexualmente desenfreado”.
Em pesquisa realizada pela psiquiatra Camila Abdo, em 2004, o gênero também interfere muito nos dados. O estado com mulheres que mais traem é o Rio de Janeiro. 34,8% das pesquisadas casadas admitiram ter um caso extraconjugal. Já com os marmanjos, a Bahia sai na frente: 64% dos baianos casados admitiram ter um caso fora do casamento.
E por aqui a internet pode ser motivo de discórdia. Uma tecladinha aparentemente inofensiva, num momento de crise na relação, pode acabar em motivo pra divórcio: cerca de 60% dos casos de traição virtual termina em sexo real.
Estados Unidos
No tempo da Era Kennedy, onde as mulheres eram financeiramente mais dependentes e conseguir um divórcio dava uma trabalheira danada, o país apresentava altos índices de traições. Não é à toa que John Kennedy, no início dos anos 60, quando ainda era presidente, teve tantos casos extraconjugais, sem ter todos os holofotes em cima do moço bonitão.
Hoje em dia, o tempo é outro. O adultério na terra do Tio Sam provoca mais polêmicas que em qualquer outro país. O comportamento sexual de um político é praticamente assunto público. A culpa, com influência do protestantismo, pesa feito chumbo em que vive por lá. “Os americanos são os que mais sofrem com a infidelidade, tanto na posição de culpado quanto na de vítima”, conta a jornalista. E emenda: “Nos Estados Unidos, o melhor é sequer pensar em outra mulher, além da sua esposa”.
França
Os franceses têm a fama de serem bastante infiéis. Com toda a beleza e glamour das mulheres e homens franceses, o flerte por lá é realmente parte do jogo. Mas essas olhadinhas para o parceiro alheio não é sinônimo de traição e muito menos um motivo para terminar a noite na cama dele. “Na França, a fidelidade parece uma ideia com a qual você pode brincar, sem escorregar inexoravelmente para o pecado”, explica Pamela.
E, indo na contramão do rótulo que o país tem de ser tão infiel, a maioria dos adultos franceses são fiéis. Começam a namorar, depois resolvem morar juntos e passam o resto da vida fazendo sexo com o mesmo parceiro, sem nenhuma escorregadinha. Pesquisas realizadas por lá mostram que a fidelidade é a qualidade mais importante que as francesas procuram num parceiro. Apesar disso, “eles veem a infidelidade como a parte desagradável do conto de fadas, e não necessariamente o fim da história”, conta a jornalista.
Japão
Nada de king size para deitar e rolar. As camas no Japão são separadas. Isso mesmo, cada um no seu futon. Com base ainda em tradições antigas, há algumas relações taxadas de “casamento sem sexo” (com muito pouco ou nenhum sexo). Aflige casais jovens de 20 e 30 anos e pode durar um tempão ou até ser eterno, sem nenhum dos dois tocar no assunto. Então imagina: se não fazem em casa, vão fazer com quem?
Os homens frequentam os bares de cortesãs, onde pagam por hora para conversarem com mulheres mais jovens. “As cortesãs parecem ser um misto de garota de programa e terapeuta”, explica Pamela. Para o sexo caprichado, eles frequentam os clubes de sexo. Por lá, sexo pago não é considerado adultério legal. Há, inclusive, um ditado muito conhecido no Japão: “Se você paga por isso, não é traição”.
As japonesas também mantêm amantes, sem o menor sinal do peso de pecado judaico-cristão. Culpa é uma palavra desconhecida. A regra é apenas não contar. Se você tem um caso, precisa deixá-lo escondido. Mas algumas coisas começam a mudar. O ideal de amor romântico parece ser o novo lema das novas gerações.
China
No tempo de Mao, amar era proibido, então a população resolveu protestar praticando bastante a infidelidade. E a famosa história do concubinato, homem com uma segunda esposa, ainda é bem presente na China. “O concubinato, homens com mais de um casamento, está presente em toda a História chinesa, por isso eles se convenceram de que esse comportamento é “autenticamente chinês”, que não deve ser julgado por padrões estrangeiros. Naturalmente as esposas oficiais não concordam muito”, conta a jornalista.
Atualmente, o governo central tenta mudar um pouco a visão do adultério e criar punições para a prática. Uma das teorias é que o aumento da corrupção está relacionado a essas escapadinhas. É que, para eles, os políticos e funcionários públicos precisam de mais dinheiro para sustentar a esposa e uma amante.
Rússia
Antes da União Soviética cair, em 1991, o sexo no país era velado. Quando tudo desabou, os russos resolveram sair do armário. “É um dos países mais permissivos do mundo em relação à infidelidade. O adultério é tratado como um vício muito leve, como fumar um cigarro ocasionalmente ou, ainda, como uma maneira de relaxar”, explica a americana.
As mulheres não se sentem culpadas em seduzirem homens casados e fecham bem os olhos para os encontros fora de casa do marido. As russas realmente não esperam fidelidade de quem divide a vida com elas.
Indonésia
No país mulçumano, a poligamia é permitida. Os homens podem ter duas, três, quatro esposas. Claro que, para as mulheres, tudo isso não é tão simples assim. Nenhuma delas gosta de não ser a primeira. E, nas últimas décadas, parece que pouca gente se mostra favorável a isso. Pessoas com menos de 40 anos tem avôs e pais com várias esposas, mas não conhecem gente com a mesma idade que seja adepta da poligamia.
“Embora uma minoria de indonésios pratique a poligamia, o fato de ela ser legal torna a infidelidade mais fácil de se justificar”, explica Pamela. E esse é o grande lema deles por lá: homens com uma esposa só estão mais propensos à traição.
Confira as expressões para descrever casos extraconjugais em diferentes lugares do mundo
No Brasil, uma das expressões para trair é “pular a cerca”. Mas cada país tem seus próprios eufemismos para o ato.
- Suécia e Rússia: “virar furtivamente à esquerda”
- Israel: “comer de lado”
- Japão: “sair da estrada”
- Irlanda: “jogar à direita”
- Inglaterra: “jogar fora”
- França: “ir ver em outro lugar”
- Indonésia: “intervalo maravilhoso”
- Japão: “amigos sexuais”
- África do Sul: “homem que corre”
- Finlândia: “relações paralelas”

 **********************************************************************************
















0 comentários: